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Europa: Grécia é livre de escolher, mas terá uma morte lenta e dolorosa se escolher mal

 Antonis Samaras - European People's Party (CC BY 2.0) Antonis Samaras -

A Europa rejeitou hoje que esteja a pressionar a Grécia e a opinião pública grega no sentido de evitar que um determinado partido ganhe as próximas eleições de dia 25 de Janeiro, ou que esteja sequer a imiscuir-se na democracia grega.

Le Jeonelle Bolla, em conferência de imprensa da Comissão Europeia, garantiu que "Os gregos são completamente livres de escolher o seu futuro. Incluindo votar no Syriza e assim optarem por um caminho pecaminoso que os condenará à maldição eterna, num lento inferno agoniante de dor insuportável que levará o país às mais profundas trevas europeias sem qualquer tipo de apoio e solidariedade da nossa parte e que pode ser completamente evitado ao votar no partido do Governo. Como disse, eles são totalmente livres de o fazer, se assim o entenderem".

Wolfgang Ramstein, do partido de Merkel, veio também a público desmentir que a Alemanha esteja a tentar influenciar o resultado das eleições: "Não é verdade que queiramos interferir na democracia grega. O nosso único objectivo é manter o Euro unido e evitar que a Grécia saia do Euro. E para isso acontecer, o Syriza não pode ganhar".

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